AS AVENTURAS SEXUAIS DE SILVINHA - UMA GAROTA PERVERTIDA - PARTE IV

Os alunos e os professores da universidade eram presas fáceis. Silvinha se deliciou na cama com muitos deles em experiências diferentes que, a cada vez, surtiam um efeito de “quero mais”. Ela era insaciável...


Silvinha estava adorando o curso de engenharia civil, especialmente a aula de Hidrologia Aplicada. O professor era um homem sério, bravo, tinha uma aparência sombria; era o único que, ainda, ela não tinha devorado. O fato dele ser tão distante e não perceber as investidas sensuais dela, a intrigava. Nenhum homem havia resistido tanto quanto ele.

No início, ela achou que ele fosse homossexual, chegou a segui-lo, por semanas, mas não descobriu nada. A rotina dele era monótona: da casa para a universidade, compras para casa, livrarias e, raramente, alguma atividade cultural, que resumia-se a assistir a alguma peça teatral. Sempre sozinho.

Em uma de suas trepadas com o professor de Tecnologia da Construção Civil, ela perguntou sobre ele. Guilherme Rossi era divorciado e estava namorando a reitora da universidade, mas não resistiu aos encantos de Silvinha. 

Eles estavam no apartamento de Silvinha, Rossi havia acabado de devorá-la sobre a mesa de jantar. Os vestígios do sexo selvagem eram um vaso quebrado no chão e cadeiras deitadas e espalhadas. O pinto dele ainda estava duro e delicioso. Silvinha o beijava e o chupava. Ela olhou bem nos olhos dele e disse: 


— Uau! Hoje, você me surpreendeu. Não conhecia este seu lado selvagem e apertou um pouco o caralho dele. — Rossi gemeu e mordeu os seios dela, que ele segurava com as duas mãos e disse:

— Você me faz libertar meus desejos mais ousados. Adoro as nossas trepadas.

Ela se afastou, pegou uma cadeira do chão e sentou com as pernas, escandalosamente, abertas. Guilherme ajoelhou-se e começou a chupar a boceta de Silvinha. Ela gemia e se contorcia toda. 

Agarrou nos cabelos lisos dele e o guiava, posicionando a boca e a língua exatamente nos locais que lhe davam mais prazer. O professor era puro deleite, ergueu as mãos e acariciou os lábios carnudos de Silvinha, enfiou o dedo dentro da boca dela, ela o chupava com uma vontade voraz.


Ao mesmo tempo, o professor começou a se masturbar, Silvinha percebeu, levantou a cabeça dele, o fez sentar na cadeira, o pinto dele estava deliciosamente duro, quente e pronto para penetrar na vagina de Silvinha, molhadinha, latejante e cheia de desejo. 

Ela sentou, de frente para ele, e começou a cavalgar em seu colo. Ele segurou os seios de Silvinha e começou a chupá-los. Estavam totalmente entregues ao prazer. Silvinha gozou primeiro. Após alguns minutos o professor gozou como nunca, estava exausto, mas ela o fez continuar, queria mais e não demorou para gozar de novo.


Eles estavam suados e exalando prazer por todos os poros. Abraçaram-se e beijaram-se. Um beijo profundo e demorado.

— Um dia, você vai acabar matando-me de tanto prazer, safada! — disse Guilherme sem tirar os olhos de Silvinha, olhando por todo o seu corpo.

— Safada, eu? Imagina! — Ela deu uma piscada e mordeu o canto dos lábios. Levantou da cadeira, abriu a geladeira e pegou um vinho, duas taças e quando estava servindo, perguntou:

— Qual é a do professor Artur? Ele é tão na dele. Fechado. — Antes que ela terminasse de falar, Rossi interrompeu:

— Ah! Não vai me dizer que está interessada em trepar com o esquisitão? Vai trocar esta gostosura — Guilherme apontava para si mesmo e para cada parte do seu corpo, ao chegar no pênis, o segurou e balançava, como se o pênis estivesse falando — pelo solitário Artur?

Silvinha deu um gole no vinho, sentou sobre a pia, colocou a taça ao lado e puxou Guilherme para perto dela. Eles ficaram frente a frente. O professor estava intrigado, aquela mulher tinha total domínio sobre ele. Jamais negou uma trepada com Silvinha. As desculpas que arranjava para dar à sua namorada Cecília, a reitora, já estavam ficando manjadas demais. Mas ele arriscaria tudo por uma foda com a pervertida Silvinha.  

— Então, sabe que não consigo parar de pensar em como seria uma trepada com ele. — Os dois gargalharam quase que simultaneamente.

— Sério? — perguntou Rossi.

— Sério! Ele é gay ou tem algum distúrbio? Adoraria desvendar aquele homem.

— O professor balançando a cabeça disse:

— Você é maluca!

— O que sabe sobre ele? Conta, vai, pleeeeeaaaaseeeee.... — Silvinha suplicava e mordiscava a orelha dele.

Rossi não estava seguro em revelar tudo o que sabia sobre o seu colega de profissão, pois temia que, ao saber da verdade, Silvinha não deixaria o homem em paz. Porém, não resistiu aos seus encantos, e revelou:

— Você vai adorar a história. — Enquanto contava, ele a beijava e a acariciava, só para provocá-la


— Eu conheço o Artur desde moleque, éramos vizinhos e depois meus pais mudaram de cidade e eu acabei voltando para dar aula na universidade. Bom, ele sempre foi um garoto tímido, muito protegido pelos pais, extremamente inteligente e na dele. Namorada, nunca teve. — Silvinha o interrompeu:

— Peraí, o cara é virgem?

— Tudo indica que sim. — Ela jogou a cabeça para trás, como se não acreditando. Sorriu e já começou a imaginar o que faria com ele. — O que eu sei é que quando, os garotos da nossa idade, por volta dos 17 anos, já tinham perdido a virgindade, ele ainda era virgem. Chegamos a levá-lo em um puteiro, não deu certo. Contratamos uma mulher para seduzi-lo, não deu certo. Achamos que ele era gay e contratamos um cara, não deu certo. Fiquei tão curioso que fiz algo muito maldoso: me aproximei, fingindo ser amigo, apenas para saber o que se passava com ele.

— E então? O que descobriu? — Silvinha estava adorando saber toda a verdade.

— Ele disse que acreditava no amor, que estava se guardando para a garota certa, que queria casar e constituir uma família. Naquele dia, me senti o pior de todos os mortais, pois saquei que o cara era super gente boa. Resolvi não contar nada a ninguém e acabei ficando amigo dele de verdade. Apresentei algumas mulheres, mas nenhuma conseguiu conquistá-lo. Desisti de tentar, ele foi se afastando e perdemos o contato por muitos anos. Quando comecei a trabalhar na universidade nos reencontramos, mas ele continuou fechado, na dele. Mas, cá entre nós, tenho certeza: o Artur é virgem.

— Eu vou comer o professor. Ah! Vou... Ele não vai me escapar. Preciso bolar um jeito de me aproximar e conquistar a confiança dele. Você me ajuda?

— Sinto muito, mas não quero saber disso. Já falei mais do que devia. Agora é contigo.

— Podíamos fazer um ménage  à trois. Topa?

— Tô fora, cruz credo! Se for com a professora de Mecânica de Estruturas, eu topo.

— Depois eu que sou a safada. Mas vamos combinar, aquela eu comia de colher. Oh, mulher gostosa!

Enquanto se vestiam, eles riam e já marcavam a nova transa. A cabeça de Silvinha estava fervilhando e já tramando como conquistar o professor virgem.


Continua...

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2 comentários:

  1. Maravilhoso!! Ansioso pela continuidade!! Parabéns!!

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  2. Gostei, você escreve com tanta naturalidade que me faz pensar ser você a Silvinha rs. Bjos

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