AS AVENTURAS SEXUAIS DE SILVINHA - UMA GAROTA PERVERTIDA - PARTE IV

Os alunos e os professores da universidade eram presas fáceis. Silvinha se deliciou na cama com muitos deles em experiências diferentes que, a cada vez, surtiam um efeito de “quero mais”. Ela era insaciável...


Silvinha estava adorando o curso de engenharia civil, especialmente a aula de Hidrologia Aplicada. O professor era um homem sério, bravo, tinha uma aparência sombria; era o único que, ainda, ela não tinha devorado. O fato dele ser tão distante e não perceber as investidas sensuais dela, a intrigava. Nenhum homem havia resistido tanto quanto ele.

No início, ela achou que ele fosse homossexual, chegou a segui-lo, por semanas, mas não descobriu nada. A rotina dele era monótona: da casa para a universidade, compras para casa, livrarias e, raramente, alguma atividade cultural, que resumia-se a assistir a alguma peça teatral. Sempre sozinho.

Em uma de suas trepadas com o professor de Tecnologia da Construção Civil, ela perguntou sobre ele. Guilherme Rossi era divorciado e estava namorando a reitora da universidade, mas não resistiu aos encantos de Silvinha. 

Eles estavam no apartamento de Silvinha, Rossi havia acabado de devorá-la sobre a mesa de jantar. Os vestígios do sexo selvagem eram um vaso quebrado no chão e cadeiras deitadas e espalhadas. O pinto dele ainda estava duro e delicioso. Silvinha o beijava e o chupava. Ela olhou bem nos olhos dele e disse: 


— Uau! Hoje, você me surpreendeu. Não conhecia este seu lado selvagem e apertou um pouco o caralho dele. — Rossi gemeu e mordeu os seios dela, que ele segurava com as duas mãos e disse:

— Você me faz libertar meus desejos mais ousados. Adoro as nossas trepadas.

Ela se afastou, pegou uma cadeira do chão e sentou com as pernas, escandalosamente, abertas. Guilherme ajoelhou-se e começou a chupar a boceta de Silvinha. Ela gemia e se contorcia toda. 

Agarrou nos cabelos lisos dele e o guiava, posicionando a boca e a língua exatamente nos locais que lhe davam mais prazer. O professor era puro deleite, ergueu as mãos e acariciou os lábios carnudos de Silvinha, enfiou o dedo dentro da boca dela, ela o chupava com uma vontade voraz.


Ao mesmo tempo, o professor começou a se masturbar, Silvinha percebeu, levantou a cabeça dele, o fez sentar na cadeira, o pinto dele estava deliciosamente duro, quente e pronto para penetrar na vagina de Silvinha, molhadinha, latejante e cheia de desejo. 

Ela sentou, de frente para ele, e começou a cavalgar em seu colo. Ele segurou os seios de Silvinha e começou a chupá-los. Estavam totalmente entregues ao prazer. Silvinha gozou primeiro. Após alguns minutos o professor gozou como nunca, estava exausto, mas ela o fez continuar, queria mais e não demorou para gozar de novo.


Eles estavam suados e exalando prazer por todos os poros. Abraçaram-se e beijaram-se. Um beijo profundo e demorado.

— Um dia, você vai acabar matando-me de tanto prazer, safada! — disse Guilherme sem tirar os olhos de Silvinha, olhando por todo o seu corpo.

— Safada, eu? Imagina! — Ela deu uma piscada e mordeu o canto dos lábios. Levantou da cadeira, abriu a geladeira e pegou um vinho, duas taças e quando estava servindo, perguntou:

— Qual é a do professor Artur? Ele é tão na dele. Fechado. — Antes que ela terminasse de falar, Rossi interrompeu:

— Ah! Não vai me dizer que está interessada em trepar com o esquisitão? Vai trocar esta gostosura — Guilherme apontava para si mesmo e para cada parte do seu corpo, ao chegar no pênis, o segurou e balançava, como se o pênis estivesse falando — pelo solitário Artur?

Silvinha deu um gole no vinho, sentou sobre a pia, colocou a taça ao lado e puxou Guilherme para perto dela. Eles ficaram frente a frente. O professor estava intrigado, aquela mulher tinha total domínio sobre ele. Jamais negou uma trepada com Silvinha. As desculpas que arranjava para dar à sua namorada Cecília, a reitora, já estavam ficando manjadas demais. Mas ele arriscaria tudo por uma foda com a pervertida Silvinha.  

— Então, sabe que não consigo parar de pensar em como seria uma trepada com ele. — Os dois gargalharam quase que simultaneamente.

— Sério? — perguntou Rossi.

— Sério! Ele é gay ou tem algum distúrbio? Adoraria desvendar aquele homem.

— O professor balançando a cabeça disse:

— Você é maluca!

— O que sabe sobre ele? Conta, vai, pleeeeeaaaaseeeee.... — Silvinha suplicava e mordiscava a orelha dele.

Rossi não estava seguro em revelar tudo o que sabia sobre o seu colega de profissão, pois temia que, ao saber da verdade, Silvinha não deixaria o homem em paz. Porém, não resistiu aos seus encantos, e revelou:

— Você vai adorar a história. — Enquanto contava, ele a beijava e a acariciava, só para provocá-la


— Eu conheço o Artur desde moleque, éramos vizinhos e depois meus pais mudaram de cidade e eu acabei voltando para dar aula na universidade. Bom, ele sempre foi um garoto tímido, muito protegido pelos pais, extremamente inteligente e na dele. Namorada, nunca teve. — Silvinha o interrompeu:

— Peraí, o cara é virgem?

— Tudo indica que sim. — Ela jogou a cabeça para trás, como se não acreditando. Sorriu e já começou a imaginar o que faria com ele. — O que eu sei é que quando, os garotos da nossa idade, por volta dos 17 anos, já tinham perdido a virgindade, ele ainda era virgem. Chegamos a levá-lo em um puteiro, não deu certo. Contratamos uma mulher para seduzi-lo, não deu certo. Achamos que ele era gay e contratamos um cara, não deu certo. Fiquei tão curioso que fiz algo muito maldoso: me aproximei, fingindo ser amigo, apenas para saber o que se passava com ele.

— E então? O que descobriu? — Silvinha estava adorando saber toda a verdade.

— Ele disse que acreditava no amor, que estava se guardando para a garota certa, que queria casar e constituir uma família. Naquele dia, me senti o pior de todos os mortais, pois saquei que o cara era super gente boa. Resolvi não contar nada a ninguém e acabei ficando amigo dele de verdade. Apresentei algumas mulheres, mas nenhuma conseguiu conquistá-lo. Desisti de tentar, ele foi se afastando e perdemos o contato por muitos anos. Quando comecei a trabalhar na universidade nos reencontramos, mas ele continuou fechado, na dele. Mas, cá entre nós, tenho certeza: o Artur é virgem.

— Eu vou comer o professor. Ah! Vou... Ele não vai me escapar. Preciso bolar um jeito de me aproximar e conquistar a confiança dele. Você me ajuda?

— Sinto muito, mas não quero saber disso. Já falei mais do que devia. Agora é contigo.

— Podíamos fazer um ménage  à trois. Topa?

— Tô fora, cruz credo! Se for com a professora de Mecânica de Estruturas, eu topo.

— Depois eu que sou a safada. Mas vamos combinar, aquela eu comia de colher. Oh, mulher gostosa!

Enquanto se vestiam, eles riam e já marcavam a nova transa. A cabeça de Silvinha estava fervilhando e já tramando como conquistar o professor virgem.


Continua...

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AS AVENTURAS SEXUAIS DE SILVINHA - UMA GAROTA PERVERTIDA - PARTE III


Silvinha estava empolgada com a mudança e cheia de ideias sobre tudo o que poderia fazer durante sua estadia em Florianópolis. Já tinha tudo planejado. Mas um acontecimento a tirou do eixo. Ela não poderia imaginar que tal situação ocorresse e logo nos primeiros dias, na cidade. Porém, estamos falando de Silvinha...



A primeira semana na capital catarinense foi apenas para adaptação. Os pais de Silvinha alugaram um apartamento para a filha, próximo à casa de um casal de amigos. A sorte de Silvinha foi que o local era longe da universidade e ela, com a desculpa de ser muito longe, arrumou outro bem distante do casal. Não queria que nada atrapalhasse seus planos.

O apartamento ficava a duas quadras da universidade, 9º andar, número 96. Quando a corretora disse o número, Silvinha começou a rir, pois logo inverteu a ordem para 69 e seu pensamento foi direto para o pinto gostoso de Fábio. Sentiu um frio na espinha e uma onda de tesão percorrer todo o seu corpo. Pensou:  “que pena que não é um corretor, apesar de que essa corretora até que é bem gostosa”. Elas entraram no apartamento e a corretora interrompeu os devaneios sexuais de Silvinha e perguntou o porquê da risada.

Ela, se fazendo de tímida, disse:

- Nada, bobagem. Pensei besteira.

A corretora se aproximou dela, segurou em seu braço e disse, quase que sussurrando, ao seu ouvido:

-Ah, então conta! Quero saber.

Não precisou mais nada. Elas estavam muito próximas. Silvinha lascou um beijo na Fernanda, sentiu o sabor de framboesa do batom que cobria a boca carnuda da corretora. Um beijo demorado, quente, delicioso.


Seu primeiro beijo lésbico e com uma mulher de 38 anos. Fernanda era morena, tinha cabelos soltos e encaracolados, alta, magra, olhos negros e uma pele bronzeada do sol. Ela usava uma saia bem justa preta, uma sandália de salto alto e uma blusa de seda azul cobalto. Seus braços e pernas eram bem torneados. Uma mulher linda e tremendamente gostosa!

Silvinha estava vestida com uma legging marrom, rasteirinha e uma camisa bem solta de algodão. O cabelo preso em um rabo de cavalo. Nos lábios apenas gloss. A pele do rosto sem maquiagem, ao natural, emprestava a Silvinha um ar de pureza, que enganava o olhar de quem a fitasse. Aquela garota era um vulcão sexual, que sempre estava pronta para ser devorada e para devorar alguém.

As duas se olharam por alguns instantes e Silvinha começou a desabotoar a camisa de Fernanda. A corretora estava admirada com o fogo, beleza e ousadia de Silvinha. A corretora, já sem a camisa, mostrava um belo par de seios envolto em um sutiã meia-taça de renda branco que deixava seu colo esplendoroso e apetitoso.


Silvinha tirou sua camisa e calça. Ela tinha um corpo perfeito. Fernanda só imaginando que cairia de boca naquela delícia, bem à sua frente. Tirou a saia e, quando ia tirar a sandália, Silvinha disse:
- Não. Não tira. Você está tão sensual assim. - Desabotou o sutiã de Fernanda e começou a chupar os seus seios. 


Ela retribuíu beijando partes do corpo de Silvinha e a masturbando. Silvia se contorcia, gemia, estava totalmente entregue àquele momento.


As duas deitaram no chão da sala e começaram a se acariciar, a conhecer uma o corpo da outra. Para Silvinha era uma novidade que ela estava adorando. Uma sensação diferente de transar com homem. Ela ainda não sabia explicar as sensações que aqueles toques, beijos, o contato da língua da Fernanda em sua boca e vagina provocavam. Mas Silvinha se entregou sem pudor, como ela sempre gostou de fazer.


No chão da sala, uma chupando a vagina da outra, na posição 69, gemiam e se contorciam em puro êxtase. Chegaram ao gozo e estavam extasiadas de puro prazer! Após alguns segundos, Fernanda disse:


- Agora eu entendi o porquê da sua risada, quando eu disse o número do seu apartamento. Pelo visto, você viverá deliciosas experiências aqui. E quando quiser me comer, me liga. Adorei devorar esse corpo gostoso.


Elas riam e se olhavam com uma cumplicidade própria de pessoas bem resolvidas, que vivem em função de suas vontades, sem medo de serem julgadas. Apenas queriam vivenciar o prazer em suas diferentes formas e sensações que só o sexo, sem amarras e medo, pode proporcionar.

Fernanda prometeu mostrar a cidade a Silvinha e apresentar alguns amigos. E, com um olhar bem provocativo, disse:

- Tenho um amigo que vai adorar conhecer você. Ele é Americano, está viajando, mas volta em duas semanas. Quando ele voltar, podíamos marcar algo. Nós três. Que tal?

Silvinha nem titubeou. Disse:

- Já topei, ou melhor, deal, darling!

Fernanda puxou Silvinha bem perto dela e deu um beijo de tirar o fôlego e disse:

- Cuide-se. Caso precise de algo, é só me ligar. Elas se despediram com promessas de encontros sexualmente quentes e devastadores.

Claro que Silvinha ficou com o apartamento. Fechou negócio no mesmo dia. O apartamento era mobiliado e faltava pouca coisa para ficar do jeito que Silvinha queria. Fernanda deixou as chaves e disse que ela poderia mudar-se, uma vez que a documentação estava toda certa e ela apenas precisava buscar suas malas. Feito! Silvinha estava naquela noite em seu novo apartamento. E não poderia ter tido um começo melhor. Pensou: "quando eu ligar para Claudia e contar o que aconteceu, ela não acreditará!"

Ela estava pensativa, encostada na janela, sentindo a brisa bater na sua pele, que estava toda arrepiada. Reparou que a Fernanda usava uma aliança de casada, mas preferiu não perguntar nada. O mistério sobre a vida pessoal daquela mulher deixava Silvinha mais excitada.

Ela vestia uma camisola transparente, bem fininha. Pensou nas suas aventuras com Fábio, no gosto dele, na pegada dele, em sua primeira experiência lésbica. Passou os dedos nos lábios, como se pudesse ainda sentir a boca de Fernanda. Desviou o olhar e percebeu que estava sendo observada pelo vizinho. Olhou bem na direção dele, acariciou seus seios, mordeu os lábios e saiu caminhando em direção ao seu quarto...




Continua...

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AS AVENTURAS SEXUAIS DE SILVINHA - UMA GAROTA PERVERTIDA - PARTE II

PARTE II

Antes de revelar as deliciosas aventurais sexuais de Silvinha durante seu período na universidade, há uma passagem em sua história que merece ser escrita. Tudo aconteceu durante a festa de despedida, organizada pelos pais de Silvinha...



Os pais de Silvinha fizeram uma festa para celebrar a vitória da filha. Afinal, ela tinha passado em todas as universidades que prestou vestibular. Apesar de não se conformarem com a filha morando em outra cidade, os pais de Silvinha estavam tão orgulhosos que permitiram a mudança. Silvinha escolheu a carreira de engenharia civil e, em breve, a cidade de Florianópolis conheceria o apetite sexual voraz dessa jovem universitária. Com certeza, o Campus da Universidade será palco de deliciosas experiências sexuais...

No dia da festa, parentes, amigos e vizinhos estavam presentes e a conversa rolava solta entre eles. Os pais de Silvinha eram puro orgulho da filha. Alguns olhares invejosos também circulavam em direção da gostosa e apetitosa Silvinha. E não era pra menos, além de linda e inteligente, era fissurada em sexo. Mas esse era um segredo que poucos sabiam...

Apesar de Silvinha estar rodeada por tantas pessoas, seu olhar estava vidrado em Fábio, irmão de Claudia, o homem que a fodeu gostoso pela primeira vez. A vagina de Silvinha começou a latejar, os sons das vozes começaram a ficar distantes, pelo seu corpo exalava um calor de puro desejo carnal. Ela pediu licença às pessoas que estavam na rodinha conversando e, olhando para o Fábio, mordeu os lábios e foi em direção ao seu quarto. Fábio, um homem experiente, entendeu o recado!


Para que ninguém percebesse o que estava prestes a acontecer, ela chamou Claudia e disse que precisava falar-lhe em particular. Avisou aos convidados que voltaria logo, apenas precisava de alguns minutos com sua amiga a sós.
Claudia não estava entendendo nada. Ao chegarem ao quarto, Silvinha deitou na cama e disse:

- Nossa, estou tão excitada. Louca para seu irmão me foder. Será que ele percebeu que eu quero ser comida por ele?

E a Claudia:

- O quê? Você enlouqueceu? Seus pais e todos os convidados estão ao lado!

- Melhor ainda - retrucou Silvinha.

- E eu? Eu não vou ficar aqui. Sinto muito – disse Claudia.
Silvinha deu uma olhada provocativa para Claudia e disse:

- Podíamos fazer ménage a trois. O que acha?

- Sua maluca. Isso seria incesto. Tô fora. Tô fora, mesmo.

Quando estava saindo do quarto, Silvinha segurou o braço dela.

- Calma. Estou brincando. Dei um sinal ao seu irmão. Não poderia trazê-lo aqui. Então, usei você. Afinal, somos amigas. Claudia, por favor, fica. Entra no meu closet, coloca o fone de ouvidos e fica escutando sua banda predileta. Quando terminarmos eu te aviso, ok?

_ Você perdeu o juízo de vez. Mas está certo. Eu fico, sua maluquete!!! E as duas riram muito.

Fábio observou as duas entrarem no quarto, deu um tempo e pediu licença para ir ao toilette. Sem que ninguém percebesse, entrou no quarto de Silvinha.

- Hora da retirada. Divirtam-se seus malucos!

Claudia entrou no closet e ligou o som bem alto.

Fábio agarrou Silvinha e a beijou ardentemente. Mordeu delicadamente seus lábios, enquanto suas mãos percorriam o corpo quente e tesudo de Silvinha. Um tirou a roupa do outro. 


O pinto de Fábio estava duro, quente e tinha o tamanho e formato tão perfeitos que Silvinha caiu de boca. Chupou gostoso, e Fábio gemia, gemia, gemia, enquanto suas mãos seguravam e balançavam a cabeça dela, mostrando sua virilidade e comando. 




Ela parou, olhou nos olhos dele e disse:

- Não! Hoje, eu vou te foder. E jogou ele na cama. Pegou duas echarpes e amarrou os braços de Fábio à cabeceira da cama. Ele estava curioso e cheio de tesão. Deixou-a fazer o que quisesse com seu corpo musculoso e cheio de tatuagens.
Silvinha começou mordendo delicadamente e depois com mais força, desde o tornozelo até as coxas. Mordia e apertava com força, usando suas mãos, cada parte do corpo dele. Fábio gostava de ter o comando da situação, mas não dessa vez.



Ao chegar no caralho de Fábio, Silvinha percebeu que ele chegava a pulsar de tão excitado que estava. Lambeu e beijou suavemente, depois mordiscou suas bolas, Fábio se contorcia todo na cama.

Sentou de costas, com sua bunda empinada, e começou a cavalgar gostoso sobre o pinto duro, quente e delicioso de Fábio. Pelo espelho, à frente da cama, Fábio tinha uma visão frontal de Silvinha. A imagem dela cavalgando sobre ele, enquanto tocava seus seios, seus cabelos soltos e sedosos balançando a cada movimento, sua boca entreaberta deixando escapar sussuros de prazer, a cabeça levemente jogada para trás, o levou à loucura. Ele guardou aquela imagem, fechou os olhos e se entregou totalmente.



Eles gozaram simultaneamente e foi uma das melhores fodas que os dois já haviam tido. Então, só para provocar, ela ficou de quatro, com a bunda virada para o rosto dele, e foi se aproximando bem devagar, rebolando sensualmente e, uma vez ou outra, abaixava um pouco e mordia partes do corpo dele.

Fábio era puro êxtase!

- Vem, sua tesuda, vem que eu vou morder essa bunda gostosa e deixar minha marca, antes de você viajar. Assim, você não se esquecerá dessa foda nunca mais.

- Safado! Quer deixar sua marca em mim?

Quando estava quase chegando próxima à boca dele, ela recuava. Ele com as pernas tentou segurá-la, mas não conseguiu. Ela jogou o cabelo para trás, olhou pra ele com um olhar faminto e sedutor e disse:

- Hoje, quem manda sou eu. Você não vai deixar sua marca. Se quiser morder essa bunda gostosa - e deu um tapinha em sua bunda - vai ter que ser em Florianópolis.

- Não! Assim você me derruba. Então, me deixa chupar essa boceta rosadinha e levar você à loucura, do jeito que só eu sei fazer.

Ela virou de frente, sentou sobre as coxas dele, arregaçou as pernas e disse, com um olhar bem provocativo:

- Quer mais safado? Você pode me ter, mas não hoje.

Fábio estava louco para foder mais naquele corpo tão sedento por sexo. Mas Silvinha estava determinada a parar naquele momento. Sentiu prazer em ter o comando da situação. Levantou, se trocou e, só depois, desamarrou Fábio.

Fábio se aproximou de Silvinha, afastou os fios de cabelo do rosto dela, de uma forma bem suave, e a puxou pela cintura para bem perto dele. Ele ainda estava nu. Os corpos colados, olhos nos olhos, a respiração ofegante. Ele disse:

- Eu sou safado? Como não ser? Você é deliciosa! Levou a mão dela ao pinto dele e sussurrou:

- Aguarde. Eu irei a Florianópolis. Só que lá, as regras serão outras.

-É mesmo? Quais?

- Vou te surpreender...

- Sei - Disse Silvinha desconfiada e já imaginando o que aquele homem tesudo estaria planejando.

Ele se afastou e se vestiu sem tirar os olhos dela. Ela sorria e mordia os lábios.

- Provoca. Provoca que eu te jogo na cama de novo.

- Bem que eu queria, mas não podemos arriscar tanto. 

Lembre-se, esse corpinho pode ser todo seu. Quando quiser.

Ele sorriu discretamente e a beijou pela última vez. Um beijo de tirar o fôlego! Se olharam por alguns segundos e Silvinha foi até o closet para avisar Claudia que ela já podia sair.


Para não levantar suspeitas, elas acharam melhor Fábio ir até a cozinha, com a desculpa que queria um copo de água, e aguardar um pouco para voltar à sala.

As duas voltaram à sala e continuaram a conversar com os convidados como se nada tivesse acontecido. Fábio se enturmou em uma rodinha de amigos e se posicionou de uma forma que tivesse a visão de Silvinha. Ela percebeu e, ao terminar de comer um salgadinho, lambeu os dedos com os olhos grudados nos olhos dele. Ele teve que se conter para não passar vexame de mostrar um pau duro no meio da sala. Ela adorava provocá-lo.

Ao se despedir de Claudia, ela perguntou se ela tinha espiado os dois pela porta do closet. E a Claudia negou, mas suas bochechas ficaram rosadas.

- Jura que não? Então, por que está rubra? Estou achando que você nos olhou. Fala sua boba. O que é que tem demais? Fala. Ver nós dois te excitou? Você se masturbou?

- Para, sua maluca. Já falei que não espiei.

Talvez ela tenha espiado. Talvez tenha só escutado os gemidos e imaginado as cenas. Talvez tenha se excitado e se masturbado. Mas essa verdade ela preferiu não revelar. Silvinha desistiu de tentar descobrir.

Elas se despediram com um abraço apertado e Claudia prometeu que a levaria ao aeroporto.

Os pais de Silvinha deram de presente uma conta bancária bem recheada, para ela gastar com o que quisesse e para mantê-la durante seu período universitário. Silvinha nem acreditou quando viu o valor. Beijou e abraçou os pais e agradeceu muito!

À noite, antes de dormir, ela estava pensativa. Com um pouco de remorso pelo que havia feito durante a festa, na presença de todos os convidados e os pais. Porém, ao mesmo tempo, sentia uma sensação de prazer tão grande que a consumia. Resolveu deixar pra lá suas preocupações. Estava resolvida a saciar seus desejos sem medo. Nada, nem ninguém, a faria mudar de ideia.


Adormeceu...



Continua...
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AS AVENTURAS SEXUAIS DE SILVINHA - UMA GAROTA PERVERTIDA - PARTE I

PARTE I



Quem viveu, passou ou ouviu falar da Rua Duarte Aurora, tem histórias para contar...

É que no nº 50 morava Silvinha, uma garota de 19 aninhos, pervertida e louca por sexo. E a danada fazia de tudo, queria mesmo era ser comida. Que nada, devorada, chupada, penetrada; por um, dois e até três. Era o máximo que permitia.


Dizia que mais que três homens a fazia perder os sentidos e queria sentir cada pegada, cada pinto entrando na sua boceta rosadinha, no seu ânus apertadinho e na sua boca carnuda e gostosa. Louca para engolir uma porra.



Durante sua adolescência, Silvinha levava uma vida regrada e era muito tímida. Nutria fantasias inocentes por seus professores de Geografia, Física e Português. Imaginava que eles a amavam e a respeitavam, e que um dia casaria com um deles. 


Mas os anos passaram, Silvinha desenvolveu um corpo escultural e ao completar 18 anos, ainda virgem, uma amiga a levou para assistir a um filme pornô. Silvinha era puro êxtase, gozou sem saber que havia gozado na cadeira do cinema. Sua vagina molhada, inchada, louca para ser penetrada, desvendada, deflorada, revelou a Silvinha um prazer que mudaria todo rumo de sua vida.


Filha de um coronel barra pesada e de uma mãe beata, Silvinha foi criada sob os mais rígidos costumes. Falava inglês, francês e arranhava o espanhol, era extremamente culta e inteligente. Aos olhos do pai a filha perfeita! Porém, Silvinha, agora nos seus 18 anos, não era mais a mesma. Após a sessão do cine pornô, queria perder a virgindade a qualquer custo. E claro, sua amiga, Claudia, cuidou de apresentar seu irmão, Fábio.



Fábio era 10 anos mais velho que Silvinha e um tremendo garanhão. Era alto, loiro, e tinha várias tatuagens espalhadas pelo seu corpo malhado e sarado. Ao ver Silvinha vestida com um shortinho de jeans e uma batinha branca transparente que revelava seus seios fartos em um lindo sutiã meia-taça, fantasiou loucas posições com a virgem garota. Agarrou-a por trás, com seus braços fortes e musculosos, e a levou para seu quarto. 


Silvinha deixou o perfume de Fábio embriagá-la, fechou os olhos e sentiu a mão dele percorrer dentro de seu shorts. Ele deu uma pegada gostosa na bunda macia e carnuda de Silvinha. Ela estava entregue aos desejos daquele homem sedento por sexo.



Ele a jogou na cama, tirou a camiseta, a calça e a cueca. Seu pinto já estava ereto, pronto para foder Silvinha. O corpo de Fábio, aos olhos de Silvinha, era um banquete dos deuses e aguçava ainda mais seu desejo por sexo. Ela estava pegando fogo, sua boceta latejava de tanto desejo. 


Quando ela ia tirar o shorts, Fábio segurou seus braços para trás e, com a outra mão, tirou o shorts de Silvinha, olhando-a nos olhos, comendo-a em pensamento. Ela gemia e tentava se soltar para beijá-lo, mas ele não deixava.


Ele encostou seu pinto ereto na boceta dela delicadamente, em movimentos de vaivéns suaves. Enquanto isso arrancava sua bata e seu sutiã meia taça. Beijou seus seios, mordeu delicadamente seus mamilos e, então, beijou-a ardentemente.



Silvinha não dizia uma palavra, apenas gemia e com os olhos fechados tentava sentir cada pegada daquele homem delicioso. Ele puxou suas pernas para sua cintura e começou a penetrar, ao sentir o hímem era puro êxtase. Afinal, todo homem tem a fantasia de transar com uma virgem, ser o primeiro homem... 

Sua virilidade estava à flor da pele. Ele sabia foder uma mulher como nenhum outro homem. Aos poucos foi penetrando com mais força, recuava, penetrava, recuava, até que rompeu o hímem e Silvinha foi à loucura. Ela mexia seu quadril em movimentos ritmados ao dele. Os dois experimentaram uma foda para nunca mais esquecer!


Silvinha sentiu o orgasmo em toda sua essência pela primeira vez, e queria mais, muito mais... Fábio já havia trepado com tantas mulheres que nem sabia quantas, mas Silvinha mexeu com ele. Ela começou a acariciar suas costas, ele sorriu e beijou o corpo dela todinho, dos pés à cabeça. Ela se contorcia, gemia, arranhava-o e tentava beijá-lo, mas ele não deixava. Segurava ela firme na cama, deitada. Como se ele fosse o dono dela, ele estava no comando. 




Abriu suas pernas, viu uma mancha de sangue no lençol, a prova do hímem rompido. Seu orgulho viril foi às nuvens. Ele começou a chupar a boceta de Silvinha e ela adorou a experiência e arreganhou as pernas para receber a boca e a língua quente e gostosa de Fábio na sua vagina. Silvinha gozou novamente! 


Ela estava exausta e, definitivamente, aquela garota tímida tinha morrido revelando uma mulher faminta por sexo! Ela se vestiu e eles se despediram e Fábio deixou bem claro que se ela quisesse foder, era só aparecer. Ela sorriu e foi embora feliz da vida sentido-se renovada, diferente, ansiosa, e com uma força interior que não sabia explicar e não podia entender naquele momento.

Os dias passaram e os pais de Silvinha sequer notaram que a filha estava diferente. Ela tinha passado em todas as universidades que prestou vestibular. Escolheu estudar em outra cidade, para ter liberdade de provar outras experiências sexuais.


E lá foi Silvinha, com uma mala cheia de livros e a outra repleta de lingeries.

Continua...


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As Aventuras Sexuais de Silvinha - Parte II

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